terça-feira, 5 de julho de 2011

CONCEPÇÕES, DIVERSIDADE E TRABALHO NA EJA


Ceja Creuslhi de Souza Ramos em Confresa MT realiza o 1º Seminário do FPDEJA, e traz como tema CONCEPÇÕES, DIVERSIDADE E TRABALHO NA EJA. O encontro foi dividido em dois momentos, o primeiro momento foi recheado de seis palestras acompanhadas de debates: Trabalho e financiamento, ministrada pela diretora Zélia Diniz de Aguirre; Concepções da EJA ministrada pelas coordenadoras Renata de Sousa, Maria José Castilho e Landjane Furquim; Histórico/contextualização do fórum EJA ministrada pela coordenadora Eliene Coelho; Inclusão e diversidade, ministrada pelo coordenador Eraldo Aconsoerde e pelo professor Lauro Nunes; Leis e resoluções que regulamentam a EJA ministrada pela coordenadora Célia Ferreira; e o segundo momento foi realizada a eleição/escolha dos alunos por turma para representar aos demais no V Seminário Municipal do FPDEJA que ocorrerá dia 08 de julho em Confresa.

No momento do debate, durante a discussão da temática TRABALHO na EJA, estudantes questionaram quanto a garantia dos direitos trabalhistas e o tempo para os estudos argumentando que se a lei diz que o trabalhador tem direito a 08 horas por dia, como não ter o tempo para estudar? Durante a discussão acalorada, outra aluna defendeu seu ponto de vista afirmando que se o objetivo maior do estudante for concluir a sua formação cabe a cada um planejar seu tempo de trabalho inclusive deixando de realizar algumas atividades trabalhistas em prol da continuidade de seus estudos, sendo portanto, um outro posicionamento que ocasionou intensos debates.

Célia Ferreira de Sousa

Coord. Pedagógica

Eliene Coelho Silva

Coord. da Área de LC

segunda-feira, 4 de julho de 2011

INTEGRAÇÃO - ENSINO E TRABALHO

Durante todo a mês de junho e julho esta sendo desenvolvidos vários cursos de aperfeiçoamento profissional no CEJA Creuslhi de Souza Ramos de Confresa, todos de 40 horas: “Produção de derivados do leite”; “Pintura em tecidos”; “Planejamento e aproveitamento dos alimentos”; “Defumado de frango”; “Jardinagem”; “Panificação”; “Olericultura básica”. Os cursos são ministrados por Professores/instrutores do SENAR. A parceria realizada entre Sindicato Rural, SENAR e CEJA, é que esta possibilitando a viabilização dos cursos.

Este é o segundo ano de oferta destes cursos, tendo como público alvo alunos e funcionários do CEJA, como também, pessoas da comunidade externa. Os cursistas ficaram entusiasmados com os resultados obtidos nas aulas.

Luiz Antônio Barbosa

Coord. da Área de CHS

sexta-feira, 1 de julho de 2011

OFICINA DE GEOGRAFIA






Na aula de Geografia, após o estudo de textos sobre “ocupação territorial no Brasil”, a professora Jardeline propôs uma atividade, como parte deste conteúdo, para os alunos do 2º ano A Ensino Fundamental matutino, com objetivo de explorar um pouco mais o assunto, e fazer um

exercício de pesquisa.

Os alunos, sob orientação da professora, realizaram uma coleta de dados sobre o conteúdo, “ocupação territorial em nosso município”.

Nos momentos de oficinas, estes alunos expuseram os estudos realizados por meio de confecção de gráficos. Utilizaram diferentes tipos de gráficos e cálculos estatísticos desenvolvidos em sala de aula. O grupo

contou também com a contribuição dos coordenadores de CHS Prof. Luiz Antonio e CNM Prof. Eraldo, nas análises dos dados e montagem dos gráficos.

Como exposto nos gráficos abaixo, vários dados foram coletados em pesquisas extras-classe. Os gráficos contêm informações sobre: número de alunos do período matutino; gênero; transporte utilizado por eles para chegarem a escola. Este trabalho foi exposto nos murais da escola, para conhecimentos de todos.

Agradecemos: A todos que contribuíram.


Profª: Jardeline e alunos do 2º ano “A”

terça-feira, 28 de junho de 2011

Exército em Confresa

Hoje, 28 de junho das 10h00min às 11h00min horas o CEJA Creuslhi de Souza Ramos recebe presença do Exército Brasileiro do pelotão de Rondonópolis MT para divulgação do trabalho que estão realizando aqui em Confresa e região.
O convite ao Exército foi feito pela diretora Zélia Diniz de Aguirre e Márcio de Andrade Paiva secretário de Educação do município de Confresa, em virtude de perceber a relevância dos esclarecimentos e ações que estão realizando no nosso município.
A palestra foi proferida pelo Aspirante Rocha Manso, tenente Leandro Souza e Sargento Orlan, e permeou as seguintes temáticas: irregularidades ambientais como desmatamento, queimadas e pesca ilegal; informações sobre as funções do Exército brasileiro, incluído atividades na carreira profissional.
Nesse sentido, e visto que nosso público estudantil são Jovens e Adultos acreditamos que a palestra é um gênero textual que proporciona além da interação, uma aprendizagem significativa.

Célia Ferreira de Sousa
Coord. Pedagógica

segunda-feira, 27 de junho de 2011

FESTA JUNINA





Origem da Festa Junina
Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.
De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período
colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).
Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da
França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.
Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (
indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.






Festas Juninas no Nordeste
Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região
Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.
Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.
Comidas típicas
Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos. Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.






Tradições
As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.
No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.
Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.
Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.










Fonte:http://www.suapesquisa.com

quinta-feira, 5 de maio de 2011

PROJETO EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE


Aconteceu nesta segunda-feira 02/05 no Centro de Educação de Jovens e Adultos “Creuslhi de Souza Ramos” uma palestra com o Ambientalista e presidente da Associação Terra Viva de Agricultores, Valdo da Silva, intitulada “Recuperando, Conservando e Gerando renda”. Este evento é parte do projeto “Educação e Meio Ambiente” que esta sendo desenvolvido pelas áreas de Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias e Ciências Humanas, Sociais e suas Tecnologias, no CEJA.

A referida palestra foi ministrada para os turnos matutino, vespertino e noturno contemplando todos os alunos. Foram discutidos os seguintes temas:

  • Os impactos ambientais na ocupação antiga e recente do Norte Araguaia e a construção das cidades de Canabrava do Norte, Porto Alegre do Norte, Vila Rica e Confresa;
  • A importância e conservação das AAP’s;
  • Uma reflexão sobre o Projeto Casadão;
  • Lavoura branca e outros.

Valdo trouxe os alunos para discussões, alertando para os riscos de contaminação devido a utilização intensiva de agrotóxicos, inclusive em hortas e quintais. Apresentou várias experiências de manejo sustentáveis do meio ambiente, de projetos realizados em nossa região como “sementeiras”, “fruticulturas”, projetos estes que tem rendimento financeiro maior do que a criação de gado extensivo e intensiva que ao longo do tempo causa danos ao meio ambiente.

O ambientalista também falou do projeto Y Ikatu Xingu “Salve as águas do Xingu”, que alerta para a importância da preservação das nascentes dos rios do Parque Indígena do Xingu é também uma das principais fronteiras de ocupação agropecuária da Amazônia, onde historicamente existe uma tensão entre desenvolvimento econômico e sustentabilidade ambiental.

O projeto Educação e Meio Ambiente está sendo desenvolvido durante o ano letivo, várias temáticas serão trabalhadas neste período no Ceja.


Maria José Gomes Coelho Castilho

Coord. da área de Ciências Humanas e Sociais

Luiz Antônio Barbosa Soares

Coord. da área de Ciências Humanas e Sociais

Eraldo de Aconsoerde

Coord. da área de Ciências da Natureza e Matemática

Renata de Sousa Pinheiro

Coord. da área de Ciências da Natureza e Matemática



terça-feira, 3 de maio de 2011

PAULO FREIRE E A EDUCAÇÃO LIBERTADORA


Jornal do Brasil
João Baptista Herkenhoff*