terça-feira, 28 de junho de 2011

Exército em Confresa

Hoje, 28 de junho das 10h00min às 11h00min horas o CEJA Creuslhi de Souza Ramos recebe presença do Exército Brasileiro do pelotão de Rondonópolis MT para divulgação do trabalho que estão realizando aqui em Confresa e região.
O convite ao Exército foi feito pela diretora Zélia Diniz de Aguirre e Márcio de Andrade Paiva secretário de Educação do município de Confresa, em virtude de perceber a relevância dos esclarecimentos e ações que estão realizando no nosso município.
A palestra foi proferida pelo Aspirante Rocha Manso, tenente Leandro Souza e Sargento Orlan, e permeou as seguintes temáticas: irregularidades ambientais como desmatamento, queimadas e pesca ilegal; informações sobre as funções do Exército brasileiro, incluído atividades na carreira profissional.
Nesse sentido, e visto que nosso público estudantil são Jovens e Adultos acreditamos que a palestra é um gênero textual que proporciona além da interação, uma aprendizagem significativa.

Célia Ferreira de Sousa
Coord. Pedagógica

segunda-feira, 27 de junho de 2011

FESTA JUNINA





Origem da Festa Junina
Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.
De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período
colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).
Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da
França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.
Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (
indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.






Festas Juninas no Nordeste
Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região
Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.
Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.
Comidas típicas
Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos. Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.






Tradições
As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.
No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.
Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.
Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.










Fonte:http://www.suapesquisa.com

quinta-feira, 5 de maio de 2011

PROJETO EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE


Aconteceu nesta segunda-feira 02/05 no Centro de Educação de Jovens e Adultos “Creuslhi de Souza Ramos” uma palestra com o Ambientalista e presidente da Associação Terra Viva de Agricultores, Valdo da Silva, intitulada “Recuperando, Conservando e Gerando renda”. Este evento é parte do projeto “Educação e Meio Ambiente” que esta sendo desenvolvido pelas áreas de Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias e Ciências Humanas, Sociais e suas Tecnologias, no CEJA.

A referida palestra foi ministrada para os turnos matutino, vespertino e noturno contemplando todos os alunos. Foram discutidos os seguintes temas:

  • Os impactos ambientais na ocupação antiga e recente do Norte Araguaia e a construção das cidades de Canabrava do Norte, Porto Alegre do Norte, Vila Rica e Confresa;
  • A importância e conservação das AAP’s;
  • Uma reflexão sobre o Projeto Casadão;
  • Lavoura branca e outros.

Valdo trouxe os alunos para discussões, alertando para os riscos de contaminação devido a utilização intensiva de agrotóxicos, inclusive em hortas e quintais. Apresentou várias experiências de manejo sustentáveis do meio ambiente, de projetos realizados em nossa região como “sementeiras”, “fruticulturas”, projetos estes que tem rendimento financeiro maior do que a criação de gado extensivo e intensiva que ao longo do tempo causa danos ao meio ambiente.

O ambientalista também falou do projeto Y Ikatu Xingu “Salve as águas do Xingu”, que alerta para a importância da preservação das nascentes dos rios do Parque Indígena do Xingu é também uma das principais fronteiras de ocupação agropecuária da Amazônia, onde historicamente existe uma tensão entre desenvolvimento econômico e sustentabilidade ambiental.

O projeto Educação e Meio Ambiente está sendo desenvolvido durante o ano letivo, várias temáticas serão trabalhadas neste período no Ceja.


Maria José Gomes Coelho Castilho

Coord. da área de Ciências Humanas e Sociais

Luiz Antônio Barbosa Soares

Coord. da área de Ciências Humanas e Sociais

Eraldo de Aconsoerde

Coord. da área de Ciências da Natureza e Matemática

Renata de Sousa Pinheiro

Coord. da área de Ciências da Natureza e Matemática



terça-feira, 3 de maio de 2011

PAULO FREIRE E A EDUCAÇÃO LIBERTADORA


Jornal do Brasil
João Baptista Herkenhoff*

terça-feira, 19 de abril de 2011

ECONOMIA SOLIDÁRIA: PRINCÍPIOS E PERSPECTIVAS



No dia 19/03 os Alunos e Professores do Centro de Educação de Jovens e Adultos Creuslhi de Souza Ramos da Área de ciências Humanas e Sociais , apresentaram o primeiro seminário deste primeiro trimestre para reposição de aulas em virtude do centro ter passado por uma pequena reforma na primeira semana de aula. A área de ciências humanas trabalhou o tema ECONOMIA SOLIDÁRIA: PRINCÍPIOS E PERSPECTIVAS, pois a mesma esta presente na matriz curricular como eixo norteador que deverá estar sendo contemplada nas áreas de conhecimento. Os educando explicaram que Economia Solidária é um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar ainda é um movimento amplo e profundo, cujas raízes históricas se encontram nas ações e nas lutas de organização de trabalhadores, de movimentos populares, de grupos engajados nas universidades e nas igrejas. Um movimento vivo, dinâmico, que se fortalece e se organiza cada vez mais e que começa a contar também com apoio de governos, foi discutido ainda no seminário como participar. Das associações deixando claro que

A Economia Solidária não é um sonho distante. Ela já está acontecendo, hoje, aqui mesmo, agora. E está crescendo rapidamente, espalhando pelo país inteiro, em milhares de empreendimentos econômicos Apoiando a criação de um novo empreendimento econômico solidário. Foi discutindo também que é necessária a criação e participação dos interessados.

Em Fóruns e Feiras de Economia Solidária nos municípios e estado, que são ocasiões de encontro e de troca de informações para os que produzem e os que consomem de forma solidária.

Juntando-se a empreendimentos já existente em nosso município discutiram ainda como formar uma cooperativa, uma associação ou grupos para produzir, vender, comprar ou conseguir crédito.

Falaram ainda sobre o comercio justo e o comercio injusto

Que o comércio mundial exerce forte controle de preços nos mercados locais e internacionais. Em razão disso, os pequenos produtores quase não têm influencia nas decisões políticas sobre o comércio e os seus rendimentos ficam achatados em razão dos preços determinados pelas grandes empresas. Deixaram bem claro os princípios e objetivos do comercio justo, que são.

Fins éticos, com o respeito e a preocupação pelas pessoas e pelo meio ambiente, colocando as pessoas acima do lucro;

O estabelecimento de boas condições de trabalho, utilizando-se materiais, aos produtores e produtoras um preço que assegure um rendimento digno, a proteção ambiental e a segurança econômica. Alunos do ensino médio montaram uma pequena feira, de alimentação e alunos da uno docência com multi-mistura e doces. Percebe-se que o seminário voltado pra economia solidaria chamou atenção tanto os alunos do centro quanto da comunidade externa que vieram assistirem o seminário. O centro Educação Creuslhi de Souza Ramos conta com alguns professores com formação em Economia Solidaria, pois os mesmos vêm desde 2009 participando de formações oferecidas, pelo Centro de Formação de Economia Solidaria do Estado de Mato Grosso.

"NÃO HÁ SABER MAIS OU MENOS, HÁ SABERES DIFERENTE"

PAULO FREIRE


MARIA JOSÉ GOMES COELHO CASTILHO

COORDENADORA DA ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Lousa digital, carteiras eletrônicas e animações em 3D: ferramentas da escola do futuro


No quadro negro, as imagens se movimentam com o toque das mãos. Nas tradicionais carteiras, além de cadernos e lápis, as crianças podem acessar a internet. A cena que parece ser de um filme de ficção científica está mais real do que se imagina. Essas e várias outras tecnologias já estão sendo utilizadas em escolas brasileiras.

Em Pelotas (RS), a Escola de Ensino Fundamental e Médio Mário Quintana já aderiu às lousas digitais desde junho do ano passado. Segundo a professora de língua portuguesa da escola, Thaís de Almeida Rochefort, a ferramenta permitiu que os alunos dessem “vida aos conhecimentos”. “Assuntos antes tratados de maneira menos interativa, agora fazem com que os alunos se sintam parte deles, co-autores”, explica.

Ela e outros professores têm recebido treinamentos constantes para se adaptar à nova tecnologia. “A cada aula descobrimos novas possibilidades de tornar a escola mais próxima e significativa”, conta, ao ressaltar que a reação dos alunos não poderia ser mais positiva.

Um exemplo de programa que pode ser utilizado na lousa digital é o software em três dimensões. Com ele, os professores podem elaborar aulas interativas, revelando o interior de uma célula, o relevo de um mapa, ou até mesmo os músculos do corpo humano. Basta, por exemplo, tocar o dedo na tela para o sistema solar aparecer e se movimentar.

Desenvolvido pela empresa P3D, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e o Centro Incubador de Empresas Tecnológicas (Cietec), o software já está sendo utilizado em 200 escolas privadas e 30 públicas no Brasil. O programa não tem texto, nem guia de voz, somente imagens de grande qualidade gráfica. Segundo a professora Jane Vieira, executiva da P3D, esta característica é uma vantagem porque as imagens podem ser usadas com qualquer material didático, independentemente de filosofia, pedagogia e didática. Jane Vieira garante que em breve o instrumento será oferecido em software livre, o que permitirá que todas as escolas utilizem gratuitamente.

Já no município de Serrana (SP), cidade próxima a Ribeirão Preto, as carteiras eletrônicas são a novidade. Conhecidas como Lap Tup-niquim, elas dispõem de uma tela sensível a toques, sobre a qual se pode escrever, fazer desenhos ou equações. O tampo pode ser levantado, e abaixo dele fica um teclado, caso seja necessário digitar. A CPU do computador fica acoplada embaixo da carteira.

Desenvolvidas em parceria pelo Centro de Pesquisas Renato Archer (Cenpra), de Campinas, instituição do Ministério da Ciência e Tecnologia, e pela Associação Brasileira de Informática (Abinfo), empresa abrigada na Companhia de Desenvolvimento do Pólo de Alta Tecnologia de Campinas (Ciatec), cerca de 300 carteiras eletrônicas já estão sendo utilizadas na Escola Municipal Maria Celina. De acordo com Victor Mammana, idealizador do projeto, o diferencial da carteira é justamente a superfície de interação. “Como diz Bill Gates, a próxima revolução não será de conteúdo nem da forma de apresentá-lo, mas, sim, da maneira como o corpo humano irá interagir com a tecnologia”, afirma. O projeto tem apoio da Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação.

(Renata Chamarelli)

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Erradicação do trabalho escravo contemporâneo



Em 10 municípios de seis Estados do país, professores, estudantes, sindicatos e entidades da sociedade civil dedicaram-se a desenvolver ações para prevenir o trabalho escravo rural contemporâneo. Apoiados pelo programa educacional "Escravo, Nem Pensar!" coordenado pela ONG Repórter Brasil, e pela Catholic Relief Service, onze projetos comunitários elaboraram soluções diversificadas e criativas para alertar crianças, jovens e adultos sobre a triste persistências da exploração de mão de obra escrava.

Os projetos foram selecionados por meio de edital lançado no início de 2010 pelo programa "Escravo nem pensar" e estão sendo divulgados através do site escravonempensar.org.br e cartilhas distribuida pela ONG.

Ano e local de realização:

Em 2010, no município de Confresa.

Esta experiência recebeu recursos do Fundo de apoio a projetos do "Escravo, nem pensar!".

Escola ou entidade responsável e parceiros:

Organização: Centro de Jovens e Adultos Creuslhi de Souza Ramos

Parceria: Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MT), Centro de Formação e Atualização de Professores (Cefapro) e Servico Nacional de Aprendizagem Rural (Senar)

Descrição do projeto:

O objetivo do projeto era sensibilizar a comunidade para o combate e erradicação do trabalho escravo contemporâneo, por meio de atividades em diferentes áreas do conhecimento – Linguagem, Ciências Humanas e Sociais, Ciências da Natureza e Matemática – oficinas e mostra cultural. Alunos e alunas da escola assistiram a filmes sobre o tema do trabalho escravo, participaram de oficinas sobre direitos trabalhistas e de leitura, realizaram pesquisas sobre as regiões com maior número de trabalhadores escravizados, e confeccionaram desenhos, pinturas, poesias, peça de teatro, literatura de cordel e histórias em quadrinho.

Os materiais produzidos foram expostos na V Noite Cultural, aberta à comunidade. Nessa mesma noite, os alunos apresentaram uma peça de teatro sobre o massacre de trabalhadores rurais sem-terra em Eldorado dos Carajás. Estima-se que mais de 400 pessoas assistiram às apresentações.O representante da Coetrae de Mato Grosso e Gerente em Educação do Campo, professor Rui Leandro Silveira, realizou, a convite das professoras, uma palestra sobre o que é a comissão e a importância de se discutir o trabalho escravo nas escolas.

Em parceria com o Senar, foram oferecidas oficinas de cooperativismo e produção artesanal de sabonetes às quais os alunos e alunas não deixaram de comparecer um só dia.